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Human-in-the-Loop

Descrição​

O agente executa o fluxo até um checkpoint predefinido e, ali, pausa e chama um sistema externo para que uma pessoa revise o trabalho. A pessoa pode aprovar uma decisão, corrigir um erro ou fornecer uma informação necessária antes de o agente continuar.

O estado da execução é preservado durante a pausa. Quando o humano responde (aprovação, rejeição, edição ou entrada adicional), o fluxo é retomado a partir do checkpoint, incorporando a resposta ao contexto. O padrão pode ser combinado com qualquer outro (sequencial, paralelo, revisão e crítica), pois é um requisito transversal sobre onde o humano entra.

Problemas que resolve​

  • Ações críticas ou irreversíveis que não devem ser executadas sem aprovação.
  • Tarefas de julgamento subjetivo, que o modelo não consegue validar sozinho.
  • Requisitos de segurança, confiabilidade ou conformidade que exigem responsável humano pela decisão.
  • Erros do modelo que precisam ser corrigidos antes de se propagarem.

Quando usar​

  • Tarefas de alto risco ou subjetivas, como aprovar grandes transações financeiras, validar resumos de documentos sensíveis ou dar feedback sobre conteúdo criativo.
  • Casos com exigências de conformidade, em que uma pessoa precisa aprovar a liberação do resultado.
  • Fluxos em que informação faltante só um humano pode fornecer.

Quando evitar​

  • Tarefas de baixo risco e alto volume, em que a revisão humana vira gargalo sem agregar segurança.
  • Fluxos que precisam de resposta imediata ou rodam sem ninguém disponível para revisar.
  • Quando não é viável construir e manter o sistema externo de interação com o usuário.

Trade-offs​

GanhoCusto / Risco
Mais segurança e confiabilidade, com julgamento humano nos pontos críticosComplexidade arquitetural: é preciso construir e manter o sistema externo de revisão
Atende exigências de conformidade e responsabilizaçãoLatência imprevisível, pois depende da disponibilidade de uma pessoa
Correção de erros antes de produzirem efeitoVira gargalo se houver checkpoints demais
  • Estado: persista o contexto da execução durante a pausa e defina expiração (timeout) e o que fazer sem resposta.
  • Escolha dos checkpoints: coloque-os apenas onde o risco justifica, para não sobrecarregar os revisores.
  • Observabilidade: registre quem aprovou ou alterou o quê, para auditoria.
  • Segurança: apresente ao revisor contexto suficiente para decidir, sem expor dados além do necessário.

Diagrama​

O fluxo roda até o checkpoint, entrega o trabalho a um sistema externo de revisão e só continua depois da resposta da pessoa. Exemplo: um agente anonimiza dados de pacientes e um responsável de conformidade valida antes da liberação.

Padrões relacionados​

Referência​